A Amazônia e os povos suruís, por Philippe Echaroux

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No ensaio fotográfico do francês Philippe Echaroux, a Floresta Amazônica é palco de intervenção. Ele projetou em árvores os rostos de povos suruís como forma de mostrar o impacto do desflorestamento naquela localidade, causado por iniciativas de madeireiros.

Como artista e fotógrafo, Echaroux é autodidata. Começou sua carreira como retratista de celebridades e fotógrafo comercial. Em 2014, criou o conceito “Street Art 2.0”, ao dar vida ao projeto “Pintando com Luzes”. As pinturas de luz transformam cenários cotidianos urbanos, são efêmeras e não causam danos ambientais. Feitas com o auxílio de um projetor e um gerador portátil, reproduzem rostos, frases e outras imagens em árvores, prédios, casas e morros.

Dando continuidade às suas invenções, chegou o momento de retratar os povos suruís. Estes são indígenas brasileiros dos estados de Rodônia e Mato Grosso. Sobrevivem da agricultura, da caça, da pesca e da coleta de produtos da floresta. Eles se autodenominam paiter, termo que significa “o povo verdadeiro, nós mesmos”. Os paiter-suruís têm utilizado a internet para denunciar os problemas relativos ao desmatamento e pedir o apoio da sociedade, pois se sentem ameaçados pela corrupção e pela inexistência de ações efetivas por parte das autoridades governamentais.

Neste projeto, puderam contar com a contribuição do fotógrafo de Marselha.

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por AtoEscrito

Crédito das Imagens: Philippe Echaroux



 

 

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