Cuidados com Crianças

Conheça medidas de segurança que ajudam a diminuir risco de afogamento.

Vez por outra nos deparamos com alguma notícia sobre afogamento de crianças. O impacto e a dor profunda dos pais, irmãos, avós, tios sensibilizam a todos. Conforme dados da Sociedade Brasileira de Salvamento Aquático (SOBRASA), os afogamentos são a segunda causa de morte de crianças de 1 a 9 anos no Brasil. Em primeiro lugar estão os acidentes de trânsito. Das mortes por afogamento, 53% ocorrem em piscinas.

Embora os dados sejam preocupantes, ainda não existe em nosso país uma legislação federal que determine regras para a segurança em piscinas de uso coletivo. Além disso, em nossa sociedade a cultura da prevenção não é prioridade. Muitas vezes só agimos quando um problema sério nos ocorre. Somente com a conscientização da sociedade e o compromisso por mudanças significativas poderemos evitar que determinados problemas ocorram em nossas vidas. A prevenção é a principal iniciativa para a problemática dos acidentes; transformá-la em uma medida eficaz e constante ainda é um desafio.

Pensando nisso, o blog Ato Escrito apresenta algumas medidas que os leitores podem conhecer em poucos instantes. E sugerimos que busquem informações mais completas sobre o assunto no site da Organização Criança Segura.

Eis as medidas de proteção:

– A presença de uma pessoa adulta que se concentre devidamente em observar a criança é fundamental, mesmo que ela já saiba nadar e esteja em local considerado raso.

– Nunca deixe uma criança pequena sozinha na piscina para pegar objetos (brinquedo, toalha, revista). Evite falar ao celular ou atender à porta. Lembre-se: um tempo curtíssimo de 20 segundos é suficiente para ela ficar submersa; 2 minutos, para perder a consciência; em apenas 5 minutos pode ocorrer morte.

– Esvazie baldes, banheiras, bacias e piscinas infantis. Após utilizar esses objetos, guarde-os.

– Se for necessário deixar roupas de molho em baldes ou bacias, mantenha-os fora do alcance das crianças.

– A piscina deve ter uma cerca de no mínimo 1,5 metro, que não possua degraus; deve ter portões com cadeados.

– Atenção com alarmes e capas. Os mesmos são úteis, mas não eliminam riscos. A mesma observação se aplica em casos de uso de boias; estas podem estourar, virar e ser levadas pela correnteza. O colete salva-vidas traz maior segurança, mas não dispensa a supervisão de um adulto.

– Lembre-se de tirar brinquedos que ficarem próximos da água, pois a criança pode se sentir motivada a ir pegá-los.

– Morte por afogamento pode ocorrer em cinco minutos. Sendo assim, é muito importante que pessoas responsáveis por cuidar de crianças aprendam técnicas de primeiros socorros.

– Grande parte dos afogamentos com bebês ocorrem em banheiras. Estudos mostram que até os dois anos de idade, até vasos sanitários podem ser perigosos.

– Crianças devem aprender a nadar em escolas de natação especializadas. Os pais e pessoas responsáveis por elas devem aprender também.

– Se sua criança for brincar na residência de outra, certifique-se de que  todos os cuidados com segurança serão tomados.

– Para aumentar ainda mais sua tranquilidade, bem como auxiliar outras pessoas, tenha sempre à mão os seguintes telefones de emergência:

SAMU (192) e CORPO DE BOMBEIROS (193).

Redação: AtoEscrito

FONTES: ONG Criança Segura e Correio Braziliense;

foto: www.tattoopins.com.

 

 

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